quinta-feira, outubro 21, 2021
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Pressionado no Congresso, secretário de Biden nega incentivo a migrantes na fronteira

O secretário de Segurança Nacional, Alejandro Mayorkas, compareceu pela primeira vez a uma comissão da Câmara dos Deputados para falar, entre outros assuntos, sobre o que os parlamentares descreveram como crise humanitária na fronteira. Durante a sessão de perguntas, nesta quarta-feira, Mayorkas rejeitou as insinuações dos parlamentares republicanos de que o governo está incentivando os imigrantes a entrarem ilegalmente nos EUA, mas garantiu que os requerentes de asilo têm o direito de solicitá-lo.

“É um direito reconhecido por lei nos Estados Unidos. E uma pessoa que solicita asilo não está infringindo a lei ao fazê-lo”, disse ele durante um questionamento do congressista republicano Dan Bishop, da Carolina do Norte.

“Como policial, aplico as leis de responsabilidade, bem como as leis humanitárias que o Congresso aprovou”, acrescentou.

Diante da insistência dos republicanos sobre se eles estão encorajando a vinda de imigrantes, Mayorkas reiterou:

“A fronteira não está aberta! Como disse o presidente Joe Biden, a mensagem para quem está tentando entrar pelo sudeste da fronteira é: “Não venha”. Tomamos uma série de medidas para lidar com o número crescente de crianças desacompanhadas na fronteira”, explicou ele,

Segundo ele, houve um aumento na capacidade de segurar crianças até que o Departamento de Saúde (HHS) possa recebê-las, assim como os seus responsáveis.

Mais de 4.200 crianças imigrantes desacompanhadas permaneciam em instalações de detenção de curto prazo da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) até domingo, incluindo algumas não adequadas para abrigar menores.

A agência recebeu mais 561 menores na segunda-feira, o dobro da média recente, segundo um funcionário do governo. 

Apesar da pressão dos congressistas republicanos, Mayorkas resistiu a chamar de crise a situação na fronteira. Segundo ele, “crise é quando uma nação está disposta a arrancar uma criança de nove anos das mãos de seus pais e separar essa família para impedir uma futura imigração”.  

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