segunda-feira, outubro 18, 2021
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Covid-19: Veja momento em que enfermeira toma a primeira vacina no Brasil

Aprovada pela Anvisa após muita polêmica, a vacina contra o coronavírus se tornou realidade neste domingo, no Brasil. No entanto, a aprovação do uso emergencial, sacramentada pelos votos do colegiado da vigilância sanitária, vem com uma série de condicionantes.

A principal delas é um termo de compromisso que deverá ser assinado pelo Instituto Butantan, relativo à vacina Coronavac, desenvolvida em parceria com a empresa chinesa Sinovac. A questão é que o instituto do estado de São Paulo não apresentou todos os dados previstos sobre a presença de anticorpos nas pessoas vacinadas.

Idealmente, esses dados deveriam mostrar, de forma quantitativa, a presença dessas moléculas de defesa do organismo dos participantes do estudo no Brasil. Ou seja, deveria haver uma correlação clara entre a vacinação e a quantidade (ou título, como dizem os pesquisadores) de anticorpos capazes de neutralizar a ação do Sars-CoV-2, vírus causador da Covid-19.

Enfermeira é a primeira a receber a dose no país

A enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, foi a primeira pessoa do Brasil a ser vacinada contra a covid-19 com a Coronavac. A profissional de saúde é funcionária do Instituto Emílio Ribas, em São Paulo, e atua na linha de frente do combate ao coronavírus.

A vacinação aconteceu em menos de uma hora após a Anvisa aprovar o uso emergencial da Coronavac e da vacina de Oxford/AtraZeneca. Os dois imunizantes, desenvolvidos no Brasil pelo Instituto Butantan e Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), estão liberados para serem aplicados em todo o país.

Com 11 meses de pandemia, o Brasil, enfim, teve o início da vacinação contra a covid-19.  A Coronavac tem eficácia global de 50,4%.  

O que isso significa? Que metade das pessoas que tomam a vacina se tornam imunes ao coronavírus e não pegam a doença. Além disso, a outra parcela, que contraiu o vírus mesmo tomando a vacina, não desenvolve casos graves. Ou seja, não são necessárias internações em UTIs e não há qualquer chance de morte por causa da covid-19.

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