domingo, outubro 24, 2021
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Após quase 6 meses de prisão no Paraguai, Ronaldinho e Assis pagam multa e podem voltar ao Brasil

Após quase seis meses presos em Assunção, no Paraguai, Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Roberto de Assis poderão, enfim, voltar ao Brasil. Os dois foram liberados nesta segunda-feira (24) pelo juiz Gustavo Amarilla. Ele aceitou o acordo pedido pelo Ministério Público, que foi aceito também pela defesa dos ex-jogadores.

A dupla ainda não decidiu como nem quando vão voltar ao Brasil. Eles ainda buscam uma liberação especial necessária, e o mais possível é que o deslocamento seja em voo fretado.

Ronaldinho deve pagar 90 mil dólares de multa e, Assis 110 mil dólares, além de se comprometer a comparecer diante de uma autoridade federal a cada quatro meses. Esse valor será descontado dos 1,6 milhão de dólares que haviam depositado como fiança quando mudaram para o regime domiciliar, em abril. A parte maior dessa quantia será devolvida, cerca de 1,4 milhão de dólares.

O juiz do caso divulgou a suspensão do processo contra Ronaldinho Gaúcho. A explicação aponta Roberto de Assis como alguém que colaborou para a elaboração dos documentos falsos:

A Justiça condena Roberto Assis a cumprir dois anos pelo uso de documentos públicos de documento falso, mas também o beneficia com a suspensão dessa condenação. É um instituto do direito paraguaio, que permite ao réu ir pagando essa condenação desde que cumpra os requisitos – declarou o juiz.

Ronaldinho e Assis foram presos no dia 6 de março por terem entrado no Paraguai com passaportes falsos, dois dias antes. Seriam liberados apenas com o pagamento de uma multa, mas o Ministério Público do Paraguai decretou prisão preventiva dos dois por seis meses.

Agora com o fim do prazo chegando, o MP não encontrou indícios de outros crimes envolvendo os irmãos, o que permitiu a liberação para voltarem ao Brasil. Os dois passaram um mês presos na Agrupación Especializada, quartel da Polícia Nacional do Paraguai transformada em cadeia de segurança máxima. No dia 7 de abril foram para um hotel em Assunção e iniciaram a prisão domiciliar onde estão até o julgamento ocorrido nesta segunda.

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